segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Quem quer ser milionário ?



Por Reverendo Giuliano Coccaro, pastor assistente da Igreja Presbiteriana Jardim de Oração de Santos




Você já pensou em, de repente, ter dinheiro para comprar 170 apartamentos de luxo, quase sete mil carros populares e ter um rendimento mensal de R$ 960 mil sem nenhum esforço? Pois bem, o sonho de entrar 2012 como um milionário já levou quase quatro milhões de pessoas às casas lotéricas do país. Muitos brasileiros não param de pensar nisso. Por esta razão já apostaram na Mega Sena da virada, que deve pagar mais de RS 170 milhões. Montante de fazer inveja até em Jamal, personagem do filme ganhador de oito estatuetas de ouro no Oscar de 2009.


Um jovem que trabalha servindo chá em uma empresa de telemarketing, mas que um dia se inscreve no popular programa de TV "Quem Quer Ser um Milionário?", uma versão indiana do nosso extinto “Show do Milhão”, e tem sua vida radicalmente transformada. Acorda pobre, ganha o jogo e vai dormir cheio da grana. O resumo do sonho de muitos. Talvez fomentado ainda mais pelas mandingas de fim de ano que prometem prosperidade e fartura.



Em pleno Século 21 as pessoas ainda acreditam que riqueza é sinônimo de felicidade. Julgam que a maioria de seus problemas está atrelada à falta de recursos. Pensam que quando tiveram uma conta bancária abastada todos os seus problemas, ou grande parte deles, estarão automaticamente resolvidos. Seria interessante conversar com os ganhadores de milhões para ver se o bem-estar da vida se resume mesmo ao que eles têm.



Quem sabe questionar os antigos ganhadores da Mega Sena a fim de avaliar se o dinheiro trouxe os benefícios que presumiam. Alguns certamente não podem mais falar, pois foram assassinados, vítimas da ganância e da inveja inerentes aos que amam o dinheiro. Apesar disso, o binômio “posses/felicidade”, é pregado insistentemente. Seja nas propagandas televisivas ou na orientação vocacional dos pais aos filhos. Nem os textos jornalísticos fogem desse mantra materialista. Há um sem número de jornalistas mais preocupados em fazer proselitismo do que em dizer a verdade. São meros reprodutores de discursos prontos. Estão hermeticamente circunscritos ao espírito de um tempo do qual não conseguem se desvencilhar.



Como na notícia que li no site do programa Bom Dia Brasil: “No Brasil, o ganhador do último sorteio da Mega Sena, de R$ 7 milhões, é um apostador de Juiz de Fora, Minas Gerais. Esse teve o melhor Natal da vida. Agora, se você quer ter o melhor ano novo de todos, que tal, em vez de sete, R$ 170 milhões?”. O discurso é claro, explícito, direto, sem entrelinhas: “O melhor Natal [...] o melhor ano novo” dependem do valor que você tem, e não de outros fatores. Será que milhões de reais podem substituir, como dizia um antigo comercial, coisas que o dinheiro não compra? Tem quem brinque ao dizer que dinheiro não traz felicidade; manda buscá-la. Ou ainda como ouvi de um amigo: “Dinheiro pode não trazer felicidade mas ajuda a sofrer em Paris”. Brincadeiras à parte, a resposta é não.



Por isso que a Bíblia faz um convite para você ser um outro tipo de milionário! “Ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam” (Mt 6.20). “Ouvi, meus amados irmãos. Não escolheu Deus os que para o mundo são pobres, para serem ricos em fé e herdeiros do reino que ele prometeu aos que o amam?” (Tg 2.5). “Exorta aos ricos do presente século que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento; que pratiquem o bem, sejam ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir; que acumulem para si mesmos tesouros, sólido fundamento para o futuro, a fim de se apoderarem da verdadeira vida” (1 Tm 6.17-19). O propósito de Deus é que nos tornemos participantes de sua natureza divina (2 Pe 1.3-9). O alvo principal de Deus não é nos encher de dinheiro para que possamos ficar felizes, mas nos mudar por meio de nossas situações e relacionamentos para que sejamos santos.



Certa vez me perguntaram por que eu não jogava na mega sena e se eu considerava pecado fazê-lo. A questão não se resolve com proibido ou permitido. Mas com uma análise do que me governa. Nosso comportamento sempre expressa os ídolos do nosso coração. Nossa vida é moldada pelo tesouro no qual investimos, “porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração” (Mt 6.21). Por detrás de uma aposta despretensiosa geralmente está escondido o deus famigerado do dinheiro. A sanguessuga da nossa plena satisfação no Criador. De acordo com Jesus, louco é aquele que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus (Lc 12.20-21). Que venha então 2012 e com ele nossa decisão de acumular muitos milhões no cofre do Grande Deus e Rei Jesus.

http://www.jardimdeoracao.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=308:quem-quer-ser-um-milionario&catid=3:noticias






domingo, 11 de setembro de 2011


Por Pastor Nicodemus Augustus Lopes,
Ser santo não é:


guardar uma série de regras e normas concernentes ao vestuário e tamanho do cabelo;


Não é ser contra:


piercing;
tatuagem;
filmes da Disney;
a Bíblia na Linguagem de Hoje. 


Não é:


só ouvir música evangélica;
nunca ir à praia;
ou ao campo de futebol;
e nunca tomar um copo de vinho ou uma cerveja. 


Não é viver jejuando e orando, isolado dos outros, andar de paletó e gravata !


Para muitos, santidade está ligada a esse tipo de coisas. Duvido que estas coisas funcionem. Elas não mortificam a inveja, a cobiça, a ganância, os pensamentos impuros, a raiva, a incredulidade, o temor dos homens, a preguiça, a mentira. Nenhuma dessas abstinências e regras conseguem, de fato, crucificar o velho homem com seus feitos. Elas têm aparência de piedade, mas não tem poder algum contra a carne. Foi o que Paulo tentou explicar aos colossenses, muito tempo atrás: Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor ascético; todavia, não têm valor algum contra a sensualidade” (Colossenses 2.23).

Os tempos ficarão difíceis...






Segundo o Pastor Augustus Nicodemus Lopes em seu blog : http://temporamores.blogspot.com/, os tempos ficarão difíceis, não para a Igreja Evangélica, mas para aqueles evangélicos que:
  • insistirem que a Bíblia é inerrante; 
  • acreditarem que foi Deus que criou o mundo e não a evolução; 
  • afirmarem que o casamento é entre um homem e uma mulher; 
  • declararem que só Jesus Cristo salva e que o Cristianismo é a única religião verdadeira; 
  • acreditarem na necessidade da Igreja; 
  • se recusarem a negar qualquer das posições acima.
Concordo com isso...

terça-feira, 17 de maio de 2011

Chapéus e bonés na igreja e no culto. O que você acha disso ?

Coisas de crente velho que levam a gente a pensar ! Vontade de resgatar aquele sentimento profundamente respeitoso e temeroso pelas coisas sagradas... Algo que tem mais haver com etiqueta e bons costumes do que com espiritualidade !

Achei interessante este blog que compartilho no endereço abaixo...Fala sobre etiqueta masculina...

http://homensmodernos.wordpress.com/2008/09/18/a-etiqueta-do-chapeu/

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

À medida que batalhamos no casamento, podemos nos pega culpando o outro por uma experiência negativa. Devemos lembrar que o comportamento que mais facilmente podemos mudar é o nosso, comportamento próprio. Resistir ao ímpeto de apontar o dedo para alguém, culpar, ofender. Devemos focar em corrigir nossas próprias falhas para que nos tornemos mais parecidos com Cristo, isto dissipará a raiva e suavizará os conflitos que sempre poderão existir.

Resolvendo os conflitos conjugais.

“E por que atentas tu no argueiro que está no olho de teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho? Ou como podes dizer a teu irmão: Irmão, deixa-me tirar o argueiro que está no teu olho, não atentando tu mesmo na trave que está no teu olho? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então verás bem para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão.” Lucas 6:41-42


“Longe de vós toda amargura, e cólera, e ira... Antes sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou ”
(Ef 4.31-32).

No casamento, mesmo havendo boa comunicação, haverá sempre algum desentendimento, pois as pessoas são diferentes, têm opiniões próprias sobre muitas coisas. Além disso, quando se casam, logo descobrem que os respectivos cônjuges não possuem todas aquelas qualidades que idealizaram e visualizaram no amado ou na amada antes do casamento. Então, tentam “mudar” o cônjuge, e aí começam os conflitos! Perde-se muito tempo pensando em mudar a pessoa, bolando estratégias, em vez de aceitá-la como é, e amá-la desse jeito. Problemas graves virão principalmente porque o “método de ensino” geralmente adotado inclui queixa, crítica, ironia, sarcasmo, sermões e até choradeira...enfim métodos que desrespeitam e agridem o outro.
 A maioria atribui seus conflitos às circunstâncias adversas: o trabalho não é bom, o salário é insuficiente, o apartamento é pequeno, o vizinho é barulhento, as crianças dão muito trabalho... Entretanto, o verdadeiro problema é o ego. As pessoas são naturalmente egoístas; buscam o próprio interesse; exigem liberdade irrestrita; e ainda contam com a aprovação incondicional do outro.
Os jovens, às vezes, têm pressa de se casar... para escapar à situação infeliz do seu lar. Todavia, o problema real nem sempre é o relacionamento difícil dos pais. É o próprio ego pecaminoso. Esse ego os acompanha quando deixam pai e mãe e formam um novo lar... E os problemas dos pais se perpetuam nos filhos. O novo lar tem as mesmas discussões e brigas.
Às vezes, esses conflitos são tão freqüentes e aborrecidos, que marido e mulher acabam pensando que eles são incompatíveis. Provavelmente não é isso !  Os dois só precisam submeter o ego, os respectivos desejos, tendências e defeitos ao Senhorio de Cristo. Se Jesus estiver mesmo no coração de cada um e no centro do casamento, os cônjuges poderão viver em harmonia e em respeito mútuo.

Uma boa discussão!

“Todo casal tem suas brigas!” É verdade, lamentavelmente.
Suponha, porém, que um casal cristão queira evitar discussões e brigas freqüentes. O que podem fazer? Antes de tudo, precisam entender que uma discussão não tem que terminar com agressões e briga, ou seja, com desrespeito.
Pode e deve ser uma boa conversa !  Se servir para ampliar os canais de comunicação, expor e sarar as feridas da alma...
Um e outro terão que admitir e corrigir equívocos e faltas. Na verdade, os casados precisam de uma boa conversa, de vez em quando. Mas há regras que precisam ser obedecidas, para isso temos algumas idéias :

1. O propósito é entender melhor o que o outro pensa.

O objetivo da conversa não é determinar um vencedor e um perdedor. Também não é mudar o cônjuge. É entender melhor o que ele pensa a respeito do assunto em questão. Assim sendo, pode ser estratégico um dizer para o outro, a certa altura da discussão: “Diga-me se eu entendi bem. Você acha que...” Se, com a conversa, marido e mulher se entenderem melhor, então terá valido a pena.

2. Controlar as emoções, com a ajuda de Deus.

Quando emocionados e exaltados, costumamos dizer coisas que não queremos dizer, coisas que ferem o outro. Mas o fruto do Espírito é... domínio próprio.. Gálatas 5:23, e devemos efetivamente aplicá-lo.
Não é preciso excluir toda emoção. Mas este sentimento têm que ser controlado pelo Espírito. Se a discussão esquentar, é melhor que um dos cônjuges diga, delicadamente: “Que tal pararmos por aqui, e orarmos sobre este assunto hoje e amanhã? Conversaremos mais depois.” Isto evita brigas, mágoas, ofensas  e... separações.

3. Atacar o problema em si, não as pessoas e seus motivos.

Numa discussão, é fácil criticar, acusar, julgar e condenar o oponente e seus motivos. Às vezes, agimos como se pudéssemos ler as mentes e discernir os motivos das pessoas. Ver Mateus  7.1-2 : “Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós” . e Romanos 2.1 : “Portanto, és inescusável, ó homem, qualquer que sejas, quando julgas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; pois tu que julgas, praticas o mesmo”.

4. Lembrar que alguns ataques resultam de incidentes que nada têm de tão importante.

Geralmente, os casados descarregam sobre o cônjuge (e os filhos) as irritações e aborrecimentos gerados por circunstâncias adversas ou atitudes erradas de outras pessoas. O cônjuge é o alvo mais próximo... Haja paciência, compreensão, sabedoria! É melhor deixar o outro desabafar, e, então, encorajá-lo ou confortá-lo com uma boa palavra. Não entre nessa briga!

 5. Aprender como e quando encerrar uma discussão.

Algumas discussões e brigas nunca terminam; continuam por anos. Alguns cônjuges brigam por certas coisas a vida toda. Algumas questões são abandonadas sem solução. Um dos cônjuges, cansado, diz: “Deixa pra lá...!”. Mas o ressentimento permanece. A questão não foi resolvida. Se não é bom discutir a vida toda a mesma questão, também não é bom deixar o problema sem solução. Uma, duas ou três conversas, com oração, humildade e boa disposição podem ser suficientes.

Como resolver o conflito.

Cartas na mesa
. Marido e mulher disseram o que precisavam dizer um ao outro, e entenderam melhor um ao outro. Que fazer, então? Como resolver o conflito? Três sugestões preciosas, todas baseadas no ensino geral das Escrituras.

1. Atentar para as próprias faltas e áreas que precisam ser melhoradas.

Provavelmente um e outro negligenciaram aspectos importantes do relacionamento conjugal, foram frios, desatentos e desrespeitosos  um com o outro, disseram alguma coisa indevida, foram exigentes, pouco prestativos... É tão fácil culpar o outro e se justificar! Veja o que diz o texto base de Lucas 6 !

 2. Perdoar completamente as faltas do cônjuge.
 
Não temos outra opção senão perdoar, em qualquer circunstância.
 Certa vez, Pedro perguntou a Jesus: “Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes?” Jesus respondeu: “Não te digo que até sete vezes, mas setenta vezes sete?” (Mateus 18.21-22). (Não significa 490 vezes, mas, sim, que não há limite para o perdão!). E não consta que o ofensor de Pedro lhe tenha pedido perdão sequer uma vez!
“Mas a mágoa é muito grande. Eu não posso perdoar”. Este é um comentário interessante. Veja o que Cristo disse em Mt 6.14-15 : “
Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas”.
O que esta passagem ensina é o seguinte: Se uma pessoa recusa-se sistematicamente a perdoar os outros, isto somente indica que ela nunca se arrependeu sinceramente dos próprios pecados, nunca os confessou de verdade, razão porque não foi perdoada, não tem experiência do perdão e não sabe perdoar.

3. Pedir desculpas ao cônjuge por nossa parte na culpa.

Não adianta pedir desculpas "da boca para fora", só para encerrar a discussão ou melhorar o clima... Só vai dar certo se o fizermos com sinceridade, reconhecendo nossa parte na culpa e perdoando, de antemão, o nosso cônjuge, por sua parte. Também não ajuda nada dizer: “Eu errei, mas você também...”
Veja Tiago 5.16 (O texto refere-se à cura física, mas aplica-se às relações conjugais): “
Confessai, portanto, os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados. A súplica de um justo pode muito na sua atuação”.

4. Reconciliação e adoração.

Leia Mateus  5.23-24: “Portanto, se estiveres apresentando a tua oferta no altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai conciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem apresentar a tua oferta”.
Jesus ensinou que os adoradores precisam se reconciliar uns com os outros, sempre que necessário, antes de qualquer ato de culto. Note que ele disse: “Se você se lembrar que o seu irmão (quanto mais o cônjuge!) tem alguma queixa contra você... vá logo fazer as pazes com o seu irmão (cônjuge)...” Se o outro tem alguma queixa contra nós, certamente nós o ofendemos ou entristecemos. Por isso não empurremos para ele a responsabilidade e a iniciativa da reconciliação.

5. Conclusão.

Não, não é realmente difícil fazer o que Deus nos pede em sua Palavra. Se nós honestamente queremos ver o nosso casamento mudar, devemos seguir estas sugestões baseadas no ensino geral das Escrituras e orar pedindo ao Senhor que nos ajude.

Este texto foi baseado e adaptei  de  Éber César para a Classe de Casais da Escola Dominical da Igreja Presbiteriana Luz do Mundo e para o Site da referida igreja. É uma tradução livre, resumida e amplamente adaptada da décima segunda de treze mensagens escritas por Richard L. Strauss, Th.M., Th.D., sob o título “Marriage is for Love” (1998), Biblical Studies Press.


terça-feira, 14 de setembro de 2010

Você foi criado para tornar-se semelhante a Cristo


Transformado pela verdade
 
Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. Mateus 4.4

Agora, pois, irmãos, encomendo-vos a Deus e à palavra da sua graça; a ele que é poderoso para vos edificar e dar herança entre todos os santificados.Atos 20.32

A verdade nos transforma.

O crescimento espiritual é o processo no qual substituímos as mentiras pelas verdades.
Jesus orou: João 17.17 - Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.
Santificação exige revelação. O Espírito de Deus usa a Palavra de Deus para nos tornar semelhantes ao Filho de Deus. Para nos tornar semelhantes a Jesus, devemos
preencher nossa vida com a sua Palavra.

A Bíblia diz:  Por meio da Palavra, somos unidos e moldados para as tarefas que Deus tem para nós : 2 Timóteo 3.16 - Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; 17 -Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.

A Palavra de Deus é diferente de qualquer outra palavra. 

Ela é viva :Hebreus 4.12 - Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.

São espírito e vida :João 6.63 - O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos disse são espírito e vida.
 Toda a Criação existe porque disse Deus : Foi pelas suas palavras que tudo veio a existir. Tiago 1.18 - Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como primícias das suas criaturas.

A Bíblia é muito mais do que um manual de Doutrinas:  A Palavra de Deus gera a vida, cria a fé, produz mudanças, afugenta o Diabo, realiza milagres, cura feridas, edifica o caráter, transforma as circunstâncias, transmite alegria, supera a adversidade,derrota a tentação, infunde esperança, libera poder, limpa nossas mentes, cria as coisas e nos garante o futuro eterno! Não podemos viver sem a Palavra de Deus! Nunca subestime o valor dela.
A Palavra de Deus é o alimento espiritual do qual você tem de se alimentar, para cumprir seu propósito. A Bíblia é chamada de nosso leite, pão, etc.Essa refeição completa é dada pelo Espírito Santo para o fortalecimento e crescimento espiritual. Pedro nos aconselha: 1. Pedro 2.2 - Desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que por ele vades crescendo;

Como permanecer  na Palavra de Deus ?

Existem mais Bíblias impressas hoje em dia do que jamais houve no passado, mas de nada vale uma Bíblia na estante. Milhões de crentes são assolados pela anorexia espiritual, morrendo de fome com a alma subnutrida. Para ser um saudável discípulo de Jesus, alimentar-se da Palavra de Deus deve ser a primeira prioridade. Jesus chamou isso de “permanecer”. João 8.31 - Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos; 32 - E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.

 Na vida cotidiana, permanecer na Palavra de Deus inclui três atividades:

1) Devo aceitar sua autoridade. A Bíblia deve se tornar o critério definitivo para minha vida: a bússola na qual confio para saber a direção, o conselho a que dou ouvidos para tomar decisões sábias, e o parâmetro que utilizo para avaliar todas as coisas. Cuidado com critérios duvidosos: cultura (“Todos estão fazendo isso”), tradição (“Sempre fizemos isso”), razão (“Isso pareceu lógico”) ou emoção (“Pareceu-me a coisa certa”).
Todos esses critérios foram corrompidos pela entrada do pecado neste mundo.
Somente a Palavra de Deus supre essa necessidade.  2 Timóteo 3. 15 - E que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.16 - Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça;17 - Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.
Estabeleça que antes de tudo você vai perguntar “O que a Bíblia diz a respeito?”, e depois tome sua decisão.

2 ) Devo assimilar sua verdade. Não basta acreditar na Bíblia; devo preencher minha mente com ela, de forma que o Espírito Santo possa me transformar com a verdade.
Existem cinco maneiras de fazer isso:  1ª ] : você recebe a Palavra de Deus quando a ouve e aceita com uma postura aberta e receptiva. A parábola do semeador ilustra como nossa receptividade determina se a Palavra de Deus irá ou não criar raízes em nossa vida e dar frutos. Jesus identifica três atitudes de repúdio — mente fechada (à beira do caminho), mente superficial (solo pedregoso) e mente distraída (entre os espinhos);  2ª ] : por mais de dois mil anos na história da igreja, somente os sacerdotes podiam ler a Bíblia pessoalmente, mas agora milhões têm acesso a ela. Apesar disso, muitos crentes são mais dedicados à leitura do jornal diário do que à leitura da Bíblia. Não é de admirar que não cresçamos. Não podemos assistir à televisão por três horas, ler a Bíblia três minutos e esperar crescer.

A leitura diária da Bíblia o manterá ao alcance da voz de Deus. Uma ferramenta simples mas de grande auxílio é um plano de leitura diária da Bíblia. Evitará que você fique saltando de uma parte para outra, negligenciando uma ou outra. 3ª ] : pesquisar e ou estudar a Bíblia é outra forma prática de permanecer na Palavra de Deus.  A Bíblia diz: Tiago 1.25 - Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito. A 4ª ]  maneira de permanecer na Palavra de Deus é relembrá-la. A capacidade de lembrar é dom de Deus. Você pode pensar que tem memória fraca, mas a verdade é que há milhões de idéias, verdades, fatos e imagens memorizados. Você lembra o que é importante para você. Se a Palavra de Deus é importante, você usará seu tempo para relembrá-la.  Sua memória é como um músculo. Quanto mais você a usa, mais forte ela se torna, e memorizar as Escrituras ficará mais fácil. A 5ª ]  maneira de permanecer na Palavra de Deus é refletir sobre ela, o que a Bíblia chama de “meditação”. Para muitos, a idéia de meditar evoca imagens de alguém esvaziando a mente e deixando-a vaguear. Isso é exatamente o oposto da meditação bíblica. Meditação é pensamento concentrado. É necessário esforço verdadeiro. Você escolhe um versículo e reflete sobre ele repetidamente. Não há outro hábito que seja tão eficaz na transformação de sua vida ou em torná-lo mais semelhante a Jesus do que a reflexão diária nas Escrituras.  Um dos motivos pelos quais Deus chamou Davi em Atos 13.22 de homem segundo o meu coração é que Davi adorava refletir na Palavra de Deus. Salmos 119.97 - Oh! quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia.

3 ) Devo aplicar seus princípios. Podemos receber, ler, pesquisar, relembrar e refletir na Palavra de Deus; mas tudo será inútil se falharmos em pô-la em prática. Devemos nos tornar praticantes da palavra: Tiago 1.22 - E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos. 23 - Porque, se alguém é ouvinte da palavra, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho o seu rosto natural; 24 - Porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de como era. 25 - Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito.
Esse é o passo mais difícil de todos, porque Satanás com bate com muita intensidade. Ele não se importa que você freqüente estudos bíblicos, contanto que não faça nada com o que aprendeu, enganando a nós mesmos. Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as pratica é como um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha, como está escrito em Mateus 7.24.
A Palavra de Deus expõe nossas motivações, aponta nossas faltas, repreende nosso pecado e espera que nos transformemos. Faz parte da natureza humana, resistir a mudanças; então aplicar a Palavra de Deus é uma tarefa difícil. Por isso é tão importante discutir as aplicações pessoais com outras pessoas.
Não há como enfatizar suficientemente o valor de fazer parte de um pequeno grupo de estudo bíblico. Nós sempre aprendemos com a franqueza dos outros, o que jamais aprenderíamos por nossa própria conta. Outras pessoas o ajudarão a discernir coisas que você teria deixado passar e a aplicar a verdade de Deus de forma prática.

Um tema para reflexão: A verdade me transforma.

Um versículo para memorizar:  João 8.31 - Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos; 32 - E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.

Uma pergunta para meditar: O que Deus já me disse na sua Palavra que ainda não comecei a fazer?




domingo, 25 de julho de 2010

“Se você não é o dono, não terá cuidado”


As Crianças da IM do Brás nos anos 70.

Nossos valores culturais dizem: “Se você não é o dono, não terá cuidado”. Mas os cristãos vivem por um padrão mais elevado: “Visto que Deus é o dono de tudo, até do meu trabalho, devo cuidar da melhor forma possível de tudo aquilo que me foi confiado”. Sendo empregado, chefe, patrão, quaisquer que sejam suas responsabilidades, como crente que você é, deve ser um ótimo exemplo ao executar a sua tarefa da melhor forma possível! A Bíblia diz: Os que recebem em confiança algo de valor devem demonstrar que são dignos de tal confiança. Vou generalizar essa palavra valor: O valor das coisas não está apenas na relevância ou no impacto grandioso que elas possam causar, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem pessoas simples, porém inesquecíveis, que fazem coisas inexplicáveis e tornam-se incomparáveis na responsabilidade que lhe foi dada. Lembro do “seu” José, zelador da igreja que eu freqüentava na infância. Cristão, senhor simples, de poucas palavras. Ao final de todo culto vespertino ia até a cozinha da igreja para preparar um delicioso chá e café com bolachas, servido no salão social... E lá íamos todos nós, tomar aquele delicioso chá e café do “seu” José. Como era gostoso e quanta lembrança boa nos trás! Ficavamos ali reunidos ao redor deste lanchinho congregando por horas, estreitando os laços de amizade com os irmãos, o que é muito importante e vital para a vida da igreja! Será que sem a dedicação responsável, pontual e simples deste irmão, sem este chá e café, ficaríamos ali? Já se passaram mais de 30 anos e nenhum de nós se esquece do “seu” José, dos momentos alegres que sua ação nos proporcionou! É impossível dissociar nossas brincadeiras e comunhão do ato espontâneo do "seu" José! I Coríntios 4:2 - Ora, além disso, o que se requer nos despenseiros, é que eles se achem fiéis. Ao fim de sua vida sobre a terra, você será avaliado e recompensado conforme seu desempenho ao lidar com o que Deus lhe confiou. Isso significa que tudo que você faz, mesmo uma simples tarefa diária, tem implicações eternas. Lucas 12: 47 a 48 - Aquele servo, que soube a vontade do seu senhor, e não se preparou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites; aquele, porém, que não a soube, e fez coisas que mereciam castigos, será punido com poucos açoites. De todo aquele a quem muito é dado, muito será requerido; e daquele a quem muito é confiado, mais ainda lhe será exigido.










A questão não é você...





Muitas pessoas tentam usar Deus para sua auto-realização, mas isso é contrário à natureza e está fadado ao fracasso. Você foi feito por Deus, e não o contrário; viver é deixar Deus usá-lo para seus propósitos, e não você usar a Deus para o que deseja. Segundo a equivocada Teologia da Prosperidade, na busca da bênção, o fiel deve determinar, decretar, reivindicar e exigir de Deus que Ele cumpra sua parte no acordo; ao fiel compete dar dízimos e ofertas. A Deus cabe abençoar. Ao estabelecer esta relação de reciprocidade com Deus, o que ocorre é que Ele, Deus, fica na obrigação de cumprir todas as promessas contidas na Bíblia na vida do fiel. Torna-se cativo de sua própria Palavra, claramente, cumpra-se o que a nossa carne (no sentido de natureza humana, nossa vontade...) quer e não o propósito de Deus para a nossa vida! A Bíblia diz: A obsessão consigo mesmo nesses assuntos leva a uma situação sem solução; a atenção para com Deus nos leva a uma vida livre e abundante, veja o que está escrito em Romanos capítulo 8, versículos de 4 a 8 : Para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito. Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus.(Se preferir, para seu melhor entendimento, os versículos acima na NTLH : Deus fez isso para que as ordens justas da lei pudessem ser completamente cumpridas por nós, que vivemos de acordo com o Espírito de Deus e não de acordo com a natureza humana. Porque as pessoas que vivem de acordo com a natureza humana têm a sua mente controlada por essa mesma natureza. Mas as que vivem de acordo com o Espírito de Deus têm a sua mente controlada pelo Espírito. As pessoas que têm a mente controlada pela natureza humana acabarão morrendo espiritualmente; mas as que têm a mente controlada pelo Espírito de Deus terão a vida eterna e a paz. Por isso as pessoas que têm a mente controlada pela natureza humana se tornam inimigas de Deus, pois não obedecem à lei de Deus e, de fato, não podem obedecer a ela. As pessoas que vivem de acordo com a sua natureza humana não podem agradar a Deus).